Comércio electrónico
Comércio electrónico (Português – PT) ou Comércio eletrônico (Português – BR) ou ecommerce, ou ainda comércio virtual, são alguns dos nomes que definem uma transacção comercial feita através de um computador, tablet ou qualquer outro equipamento electrónico.

História do ecommerce
O ecommerce tem evoluído e mudado bastante nos últimos anos. No seu inicio em finais da década 70 do século passado as transacções de comércio electrónico usavam as tecnologias EDI (Eletronic Data Interchange) e EFT (Eletronic Funds Transfer) que permitiam às empresas o envio de documentos comerciais.
No final dos anos 80 surgiram crescimentos significativos do uso de cartões de crédito e débito que eram igualmente formas de comércio electrónico.
Mais tarde e em finais do século passado mais precisamente em 1999 é que surge o grande motor da universalização do ecommerce com a implementação dos protocolos de segurança na Internet e introdução da DSL que permitia ter uma ligação à Internet contínua e veloz.
Com a generalização da internet e aumento das velocidades de navegação o termo comércio electrónico rapidamente se associou à habilidade de adquirir produtos e serviços pela internet usando protocolos de segurança e Gateways de pagamento online.
O crescimento do comércio electrónico tem estado intimamente ligado às velocidades de navegação pois o enorme aumento das velocidades de navegação tem proporcionado às lojas virtuais a exploração de funcionalidades que aumentam o gosto e facilidade de comprar online, como por exemplo a introdução de vídeos, imagens de qualidade e também a facilidade de comunicação com os potenciais compradores através do suporte personalizado (Live Chats) e imediato que os diversos serviços de atendimento podem utilizar de forma a aumentar o volume de vendas.
Vantagens do ecommerce (comércio electrónico) para as empresas.
- A sua rede de loja(s) está disponível 24 horas X 7 dias por semana;
- Maior possibilidade de preços competitivos nos produtos devido à ausência de custos na contratação de equipa comercial e comissões das vendas.
- Ausência de alugueres de espaços físicos e investimentos em decoração, segurança e manutenção do espaço.
- Ausência de custos relativos a clientes e fornecedores.
- Rapidez e eficiência nas entregas das encomendas.
- Facilidade no acesso a novos mercados e reduzido esforço financeiro para atingir um elevado numero de potenciais clientes.
- Menor desvantagem competitiva com as grandes empresas, pois o cliente irá escolher comprar a quem lhe der mais confiança e melhor prestação do serviço. Um eficiente e atractivo site de compras na internet não necessita de um investimento muito elevado.
- Os métodos actuais de comércio electrónico permitem às empresas diminuírem o seu cashflow
- Procedimentos associados as compras bastante céleres, permitindo as empresas diminuir o tempo médio de recebimento, melhorando o seu cashflow;
- Facilidade nos contactos com todas as entidades intervenientes e respectiva diminuição de custos de comunicação.
- Ferramentas de gestão constante que lhe permitem analisar eficientemente o perfil dos seus clientes bem como hábitos de compras e regularidade tanto em visitas como em encomendas feitas.
- Antecipação de tendências de mercado através da disponibilidade permanente de estatísticas sobre os produtos, categorias de produtos, palavras chave, zonas da loja mais navegadas, termos de pesquisa, sites de referência, etc, o conjunto de possibilidades é enorme.
- Rapidez na divulgação de novos produtos e ou serviços e facilidade na criação e comunicação de promoções.
Futuro do E-Commerce
Em 2012 aparece pela primeira vez o sistema ecommerce Dinocart disponível numa primeira fase para países de expressão portuguesa. Com forte implantação em Portugal, Brasil, Angola e Macau.
O sistema Dinocart proporciona às empresas a facilidade e rapidez que o ecommerce requer para o sucesso de qualquer negócio ou empresa que pretenda vender na internet através de uma loja virtual.
Portugal
No final de 2010, foram efectuadas compras de bens e serviços no valor de 3,2 mil milhões de euros por dois milhões de internautas portugueses. O cabaz de compras consistia na sua maioria de livros, discos, informática e telemóveis, vestuário e alimentação.
Brasil
Mais de 21 milhões de pessoas acessaram uma loja online em 2009, um número de expressão, mesmo levando em conta que dos 21 somente 12 milhões efetuaram uma compra (muitos ainda utilizam sites de loja para fazerem pesquisas de preços). E por que isso? De acordo com uma pesquisa feita pelo Datapopular mostrou que 61% dos internautas de baixa renda costumam conferir os produtos em lojas físicas antes de fechar a transação pela internet, ou tem medo de cometerem um erro no momento da compra e não encontram garantias nos varejistas virtuais atualmente, que façam eles transitarem da compra em loja física para a virtual. A insegurança ainda é um obstáculo que o e-commerce esbarra quando se trata do brasileiro de menor poder aquisitivo. Mesmo assim o Brasil é o segundo país com maior índice de preocupação com transações financeiras on-line, ficando atrás apenas da Alemanha, e a frente de grandes potências econômicas como o USA em estudo foi feito pela Unisys. Em uma escala de 0 a 300, onde 0 representa a não preocupação com a segurança e 300 preocupação elevada o Brasil obteve 146 pontos (Alemanha ficou com 156 e o México, terceiro lugar, com 141) .
No final de 2010, houve um recorde na vendas de produtos online, mais de 35% de crescimento em relação ao ano anterior.
